terça-feira, 17 de julho de 2018

A 12 - NAe SÃO PAULO "NON DUCOR, DUCO'



D a t a s

Batimento de Quilha: 15 de fevereiro de 1957
Lançamento: 28 de julho de 1960
Incorporação (MN): 15 de julho de 1963

Baixa (MN): 15 de novembro de 2000
Incorporação (MB): 15 de novembro de 2000

C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 27.307 ton (padrão), 32.780 (carregado).
Dimensões: 265 m de comprimento, 51.20 m (convôo) ou 31.72 (casco) de boca e 8.60 m de calado.
Propulsão: Vapor; 6 caldeiras La Valle de 45 kg/cm2 a 450º C, 4 turbinas a vapor Parsons gerando 126.000 shp, acopladas a 2 eixos.

Energia Elétrica: 2 turboalternadores de 2.000 Kw e 6 geradores diesel de 2.000 Kw.
Velocidade: máxima de 32 nós.
Raio de Ação: 7.500 milhas náuticas à 18 nós ou 4.800mn à 24 nós; e 60 dias de autonomia.
Armamento: 5 metralhadoras Browing .50 pol. (12,7 mm).

Sensores: 1 radar de vigilância aérea DRBV-23B; 1 radar de vigilância combinada (aérea e de superfície) DRBV-15; 2 radares aéreos DRBI-10 3D; 1 radar de navegação Decca TM-1226; 1 radar de navegação Kelvin Hughes Type 1006; 1 radar de aproximação para pouso NRBA-51; 2 radares de direção de tiro DRBC-32C; TACAN SRN-6; MAGE ARBR-16 e ARBR-17; CME ARBB-33.
Sistema de Dados Táticos: SENIT 8.01, e AIDCOMER (AIDe de COmmandement à la MER), um sistema de C3 a nível de Força-Tarefa. SICONTA Mk-IV.
Aeronaves: 14 caças AF-1A Skyhawk, 8 helicópteros A/S SH-3A/B Sea King, 2 helicópteros de emprego geral UH-12/UH-13 Esquilo e 3 helicópteros de transporte UH-14 Super Puma.

Equipamento de Aviação: Convés de vôo com 257 de comprimento, com pista em angulo de 8 graus, 165.5 metros de comprimento 29.5 de largura, e parte de avante do convôo com 93 metros de comprimento por 28 metros, numa superfície total de 8.800 m2. Hangar com 180 metros de comprimento, 22 a 24 de largura e 7 de altura, numa superfície total de 3.300 m2, equipado com dois elevadores, um central 17 m x 13 e um lateral de 16 m x 11 m com capacidade para levantar uma aeronave de 15 toneladas em 9 Segundos. Duas catapultas a vapor Mitchell-Brown BS-5 de 50 metros, capaz de lançar aeronaves com peso entre 15-20 toneladas a 110 nós, uma instalada avante e a outra no convés em angulo, um espelho modelo OP3, uma grua com capacidade para 15 toneladas e 4 cabos de parada. Pode transportar 3.000 m3 de combustível de aviação e 1.300 toneladas de munições.
Código Internacional de Chamada: PWSP
Tripulação: 1920 homens, sendo 64 oficiais, 476 sargentos e 798 cabos e marinheiros, mais 582 no Grupo Aéreo.
Obs: Características da época da incorporação.



H i s t ó r i c o

O Navio Aeródromo São Paulo - A 12, ex-Foch - R 99, ex-Richelieu, é o quarto navio da Marinha do Brasil a ostentar esse nome em homenagem ao Estado e a cidade de São Paulo. Foi construído pelo Chantier de l'Atlantique, em St. Nazaire, França. Em agosto de 2000, depois de mais de um ano de negociações, foi assinado um acordo entre o Brasil e a França quanto a compra do NAe Foch, sendo que antes já haviam sido consideradas as hipóteses de se construir um navio de projeto espanhol ou até como chegou a ser ventilado nos meios da comunidade naval, adquirir o ex-USS Saratoga – CV 60, já desativado pela U.S. Navy. O contrato de compra do Foch foi estimado em 300 milhões de francos ou 12 milhões de dólares, incluídos nesse total os custos dos trabalhos no Arsenal de Brest e o término da retirada dos isolamentos de amianto existentes no navio, já vinham sendo realizados a três anos. Em 4 setembro de 2000, o Fochiniciou em Toulon o processo de adaptação para transferência a Marinha do Brasil, tendo a partir dessa data, já incluídos em sua tripulação os primeiros marinheiros brasileiros que iniciaram assim o processo de familiarização com o navio, num total que chegou a 50 oficiais e 250 praças. Em 15 de novembro de 2000 foi realizada em Brest a cerimônia de transferência e incorporação a Marinha do Brasil do Navio Aeródromo São Paulo, ex-Foch, em cerimônia presidida pelo CEMA Almirante-de-Esquadra José Alberto Accioly Fragelli, e que contou com a presença do CMG (MN) Bertrand Aubriot, comandante do Foch e do Almirante-de-Esquadra Jean-Louis Battet, Major General de la Marine Française. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Mar-e-Guerra Antônio Alberto Marinho Nigro.


A 11 - NAeL MINAS GERAIS " Mingão"




D a t a s

Batimento de Quilha: 16 de novembro de 1942
Lançamento: 23 de fevereiro de 1944
Incorporação (RN): 15 de janeiro de 1945

Baixa (RN/RAN): 13 de agosto de 1955
Incorporação (MB): 6 de dezembro de 1960
Baixa (MB): 9 de outubro de 2001


C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 15.890 ton (padrão), 19.890 (carregado).
Dimensões: 211.25 m de comprimento, 36.44 m (convôo) ou 24.50 (casco) de boca e 7.15 m de calado.

Propulsão: Vapor; 4 caldeiras Admiralty de 28 kg/cm3 a 700º C, 2 turbinas a vapor Parsons gerando 42.000 shp, acopladas a 2 eixos.
Energia Elétrica: 2 geradores diesel de 1000 kw e 1 de 600 kw e turbo-alternadores.
Velocidade: máxima de 23 nós, de cruzeiro 18 nós.
Raio de Ação: 12.000 milhas náuticas à 14 nós ou 6.200 mn à 23 nós.
Combustível: 3.200 tons e 98.000 de combustível de Aviação.
Armamento: 3 lançadores duplos de mísseis de defesa de ponto Mistral (sistema SIMBAD).

Sensores: 1 radar de vigilância aérea SPS-40B; 1 radar de vigilância combinada (aérea e de superfície) Plessey AWS-4; IFF; 2 radares de navegação Terma Scanter MIL-PAR; 1 radar de aproximação para pouso Terma GSA e MAGE Racal Cutlass B-1.
Aeronaves: 4 a 8 helicópteros A/S SH-3A/B Sea King, 2 helicópteros de emprego geral UH-12/UH-13 Esquilo e 3 helicópteros de transporte UH-14 Super Puma.
Equipamento de Aviação: Convés de vôo com 210.3 de comprimento e 36.4 de largura, com pista em angulo de 8.5 graus. Hangar com 135.6 metros de comprimento, 15.8 de largura e 5.3 de altura, equipado com dois elevadores centrais para aeronaves de 13.7 m x 10.4 m e capacidade de carga de 20 toneladas. Catapulta a vapor MacTaggart Scott C-3 capaz de lançar aeronaves com peso máximo de 15 toneladas, à 110 nós e aparelho de parada Mk 12.
Código Internacional de Chamada: PWMG
Tripulação: 1000 homens, mais 350 no Grupo Aéreo.
Obs: Características de 1998. 



H i s t ó r i c o

O Navio Aeródromo Ligeiro Minas Gerais - A 11, ex-HMS Vengeance - R 71, foi o terceiro navio da Marinha do Brasil a ostentar esse nome em homenagem ao Estado das Minas Gerais. Foi construído pelo estaleiro Swan Hunter, em Wallsend-on-Tyne, Reino Unido. Foi adquirido junto a Royal Navy em 13 de dezembro de 1956, por custo estimado na época em £1.100.000. Foi incorporado em 6 de dezembro de 1960, em cerimônia realizada em Rotterdam. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Mar-e-Guerra Hélio Leôncio Martins.


domingo, 15 de julho de 2018

D 29 - CT PARANÁ 1 e 2 -


D a t a s


Batimento de Quilha: 3 de maio de 1943
Lançamento: 30 de dezembro de 1943
Incorporação (USN): 14 de janeiro de 1944
Baixa (USN): 8 de novembro de 1960
Incorporação (MB): 20 de julho de 1961
Baixa (MB): 4 de abril de 1982(2)


C a r a c t e r í s t i c a s


Deslocamento: 2.050 ton (padrão), 3.050 ton (carregado).
Dimensões: 114.8 m de comprimento, 12 m de boca e 5.5 m de calado.
Propulsão: 4 caldeiras Babcock & Wilcox de 39.8 kg/cm2 a 454º C; 2 turbinas a vapor G.E., gerando 60.000 shp, acoplados a dois eixos e dois hélices.
Eletricidade: 2 turbo-geradores G.E. de 350 Kw, 1 gerador diesel de emergência G.M. de 100 Kw.
Velocidade: máxima de 35 nós.

Raio de ação: 4.600 milhas náuticas.
Armamento: 5 canhões de 5 pol. (127 mm) em cinco torres Mk-30 singelas; 10 canhões Bofors L/60 de 40 mm em dois reparos quádruplos Mk 2 e um duplo Mk 1; 1 lançador quíntuplo Mk 15 de torpedos de 21 polegadas; 2 lançadores de bomba granada A/S (LBG) Mk 10; 1 calha de cargas de profundidade Mk 3 e 2 lançadores triplos Mk 32 de torpedos A/S de 324mm.
Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo SPS-6C; 1 radar de vigilância de superfície SPS-10; 1 radar de direção de tiro Mk-25 mod.3, acoplado ao sistema de direção de tiro Mk-37 e 1 sonar de casco SQS-29.
Código Internacional de Chamada: PXFG
Tripulação: 310 homens, sendo 17 oficiais, 10 suboficiais, 56 sargentos 57 cabos e 170 marinheiros.
Obs: Características da época da incorporação na MB.

 


H i s t ó r i c o

O Contratorpedeiro Paraná - D 29, ex-USS Cushing - DD 797, foi o quarto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil em homenagem ao Estado do Paraná (2). O Paraná foi construído pelo estaleiro Bethlehem Steel Shipyard Co., em Staten Island, New York. Foi transferido por empréstimo inicial de cinco anos e incorporado no Arsenal de Marinha de Norfolk, em Portsmouth, Virginia, em 20 de julho de 1961, pelo Aviso do MM n.º 1187 de 23/06/1961. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Fragata Roberto Coutinho Coimbra.



CT PARANÁ 2


D a t a s


Batimento de Quilha: 19 de julho de 1963
Lançamento: 28 de abril de de 1964
Incorporação (USN): 23 de março de 1968
Baixa (USN): 23 de setembro de 1988
Incorporação (MB): 24 de agosto de 1989
Baixa (MB): 26 de julho de 2002


C a r a c t e r í s t i c a s


Deslocamento: 2.624 ton (padrão), 3.560 ton (carregado).
Dimensões: 126.33 m de comprimento, 13.47 m de boca e 7.90 m de calado (domo do sonar).
Propulsão: 2 caldeiras Foster-Wheeler turbo pressurizadas de 83.4 kg/cm2 a 510º C; 1 turbina a vapor G.E. de 35.000 shp, acoplados a um eixo com hélice de cinco pás.
Combustível: 600 tons.
Eletricidade: geradores diesel produzindo um total de 2.000 kw.
Velocidade: máxima de 27 nós.

Raio de ação: 4.000 milhas náuticas a 20 nós.
Armamento: 2 canhões de 5 pol. (127 mm) em duas torres Mk-30 singelas; 2 lançadores triplos Mk 32 de torpedos A/S de 324mm; 1 lançador óctuplo de foguetes A/S ASROC Mk-116 mod.3 com 8 recargas e 4 metralhadoras Browing .50 pol. (12,7 mm).
Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo SPS-40B; 1 radar de vigilância de superfície SPS-10C, 1 radar de navegação LN-66; 1 radar de direção de tiro Mk-35, acoplado ao sistema de direção de tiro Mk-56; TACAN SRN-15; CME ULQ-6B; MAGE WLR 1C e WLR 3A; 2 lançadores sêxtuplos de chaffs/flares RBOC Mk 33, sonar de casco SQS-26 AXR, integrado ao sistema de direção de tiro A/S Mk-114 e engodo rebocável para torpedos SLQ-25 Nixie.

Sistema de Dados Táticos: ?
Aeronaves: 1 helicóptero Helibrás UH-12/UH-13 Esquilo ou SAH-11 Lynx (a partir de 1995 AH-11A Super Lynx).
Código Internacional de Chamada: PWPN
Tripulação: 286 homens, sendo 18 oficiais e 268 praças.
Obs: Características da época da incorporação na MB.



H i s t ó r i c o

O Contratorpedeiro Paraná - D 29, ex-USS Sample - FF 1048, é o quinto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil em homenagem ao Estado do Paraná(1). Em 15 de abril de 1989, foi autorizado pelo Governo Norte-Americano, a transferência por empréstimo a Marinha do Brasil, de quatro Fragatas da classe Garcia. O Paraná foi construído pelo estaleiro Lockheed SB & Construction Co., em Seattle, Washington. Foi incorporado a Marinha do Brasil em cerimônia realizada na Base Naval de San Diego, Califórnia, em 24 de agosto de 1989.

Cabe notar que o Paraná, foi incorporado a U.S. Navy como Contratorpedeiro de Escolta, sendo reclassificado como Fragata em 1975, assim como todas as outras unidades de escolta dotadas de apenas um eixo propulsor.

Antes de ser transferido para Marinha do Brasil teve retirado o sistema de sonar rebocavel SQR-15 TASS, que era instalado sobre o convôo. Possui o hangar original do DASH que foi selado quando esse sistema foi desativado. Depois da transferência foram instaladas balaustradas apropriadas no convôo e, o hangar apesar de menor do que o normal foi reaberto, voltando o navio a ter capacidade de hangarar as aeronaves.


D 27 - CT PARÁ - "GALO DA ESQUADRA"


D a t a s

Batimento de Quilha: 27 de setembro de 1941
Lançamento: 20 de fevereiro de 1942
Incorporação (USN): 15 de dezembro de 1942
Baixa (USN): 4 de junho de 1946
Incorporação (MB): 5 de junho de 1959

Baixa (MB): 21 de agosto de 1978

C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 2.050 ton (padrão), 3.050 ton (carregado).
Dimensões: 114.8 m de comprimento, 12 m de boca e 5.5 m de calado.
Propulsão: 4 caldeiras Babcock & Wilcox de 39.8 kg/cm2 a 454º C; 2 turbinas a vapor G.E., gerando 60.000 shp, acoplados a dois eixos e dois hélices.

Eletricidade: 2 turbo-geradores G.E. de 350 Kw, 1 gerador diesel de emergência G.M. de 100 Kw.
Velocidade: máxima de 35 nós.
Raio de ação: 4.600 milhas náuticas.
Armamento: 5 canhões de 5 pol. (127 mm) em cinco torres Mk-30 singelas; 6 canhões Bofors L/60 de 40 mm em três reparos duplos Mk 1; 1 lançador quíntuplo Mk 15 de torpedos de 21 polegadas; 2 lançadores de bomba granada A/S (LBG) Mk 10; 1 calha de cargas de profundidade Mk 3 e 2 lançadores triplos Mk 32 de torpedos A/S de 324mm.

Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo SPS-6C; 1 radar de vigilância de superfície SPS-10; 1 radar de direção de tiro Mk-25 mod.3, acoplado ao sistema de direção de tiro Mk-37 e 1 sonar de casco SQS-29.
Código Internacional de Chamada: ?
Tripulação: 310 homens, sendo 17 oficiais, 10 suboficiais, 56 sargentos 57 cabos e 170 marinheiros.
Obs: Características da época da incorporação na MB.

 

H i s t ó r i c o

O Contratorpedeiro Pará - D 27, ex-USS Guest - DD 472, foi o quarto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil em homenagem ao Estado do Pará (2). O Pará foi construído pelo estaleiro Boston Navy Yard, em Boston, Massachussetts. Foi transferido por empréstimo inicial de cinco em Bremerton, Washington, e incorporado em 5 de junho de 1959. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Fragata Silvio de Magalhães Figueiredo.

D 24 - CT GREENHALGH


D a t a s

Batimento de Quilha: 8 de maio de 1937
Lançamento: 8 de julho de 1941
Incorporação: 29 de novembro de 1943
Baixa: 9 de abril de 1965


C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 1.500 ton (padrão), 2.314 ton (carregado).
Dimensões: 104.03 m de comprimento, 10.7 m de boca e 3.7 m de calado.
Propulsão: vapor; 4 caldeiras Babcock-Wilcox; 2 turbinas a vapor G.E. gerando 42.800 shp, acopladas a dois eixos.

Eletricidade: ?
Velocidade: máxima de 36.5 nós.
Raio de ação: 6.000 milhas náuticas a 15 nós.
Armamento: 5 canhões de 5 pol./38 (127 mm) em reparos singelos; 4 canhões Bofors L/60 de 40 mm em dois reparos duplos; 8 metralhadoras Oerlikon de 20 mm em reparos singelos Mk-3 e Mk-4; 3 reparos quádruplos de tubos de torpedos Mk-15 de 21 pol. (533 mm); 2 calhas de cargas de profundidade Mk 11, 4 projetores laterais do tipo K Mk 6 para cargas de profundidade Mk 6 ou Mk 9 e dois geradores de fumaça Mk 4.

Sensores: ?
Código Internacional de Chamada: PWGH
Tripulação: 210 homens.
Obs: Características da época da incorporação na MB.



H i s t ó r i c o

O Contratorpedeiro Greenhalgh - M 3, foi o terceiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Guarda-Marinha João Guilherme Greenhalgh, morto heroicamente na Batalha Naval de Riachuelo em 11 de junho de 1965. O Greenhalgh foi construído pelo Arsenal de Marinha da Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro, seguindo o projeto da classe norte-americana Mahan. Teve sua quilha batida em 8 de maio de 1937, e incorporado em 29 de novembro de 1943. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Mar-e-Guerra Ernesto de Araújo.

D 23 - CT BRACUÍ



D a t a s

Batimento de Quilha: 3 de maio de 1943
Lançamento: 22 de agosto de 1943
Incorporação (USN): 29 de setembro de 1943
Baixa (USN): 15 de agosto de 1944
Incorporação (MB): 15 de agosto de 1944

Baixa (MB): 11 de julho de 1972

C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 1.309 ton (padrão), 1.623 ton (carregado).
Dimensões: 93.2 m de comprimento, 11 m de boca e 6.09 m de calado.
Propulsão: diesel-elétrica; 4 motores diesel General Motors Model 16-278A em tandem, gerando 6.000 shp, acoplados a dois eixos.

Eletricidade: ?
Velocidade: máxima de 21 nós.
Raio de ação: ?
Armamento: 3 canhões de 3 pol. (76.2 mm/50) em três reparos singelos Mk 22; 2 canhões Bofors L/60 de 40 mm em um reparo duplo Mk 1; 8 metralhadoras Oerlikon de 20 mm em reparos singelos Mk 4; 1 reparo triplo de tubos de torpedo de 21 pol. (533 mm); 1 lançador de bomba granada A/S (LBG) Mk 10; 2 calhas de cargas de profundidade Mk 3 e 8 projetores laterais do tipo K Mk 6 para cargas de profundidade Mk 6 ou Mk 9 e 2 geradores de fumaça Mk 4.

Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo SA; 1 radar de vigilância de superfície tipo SL; 2 diretoras óticas Mk 51, acopladas ao sistema de direção de tiro Mk 51 e sonar de casco QCS-1.
Código Internacional de Chamada: ?
Tripulação: 216 homens, sendo 15 oficiais e 201 praças.
Obs: Características da época da incorporação na MB.


H i s t ó r i c o

O Contratorpedeiro de Escolta Bracuí - Be 3, ex-USS Reybold - DE 177, foi o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil. O Bracuí foi construído pelo estaleiro Federal Shipbuilding & Drydock Co., em Newark, New Jersey. Foi transferido por empréstimo e incorporado a MB em 15 de agosto de 1944, na Base Naval de Natal (RN), recebendo o indicativo de casco Be 3. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Corveta Alberto Jorge Carvalhal.

D 22 - CT BOCAINA


D a t a s

Batimento de Quilha: 26 de abril de 1943
Lançamento: 8 de agosto de 1943
Incorporação (USN): 3 de setembro de 1943
Baixa (USN): 20 de março de 1945
Incorporação (MB): 20 de março de 1945

Baixa (MB): 1975

C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 1.309 ton (padrão), 1.623 ton (carregado).
Dimensões: 93.2 m de comprimento, 11 m de boca e 6.09 m de calado.
Propulsão: diesel-elétrica; 4 motores diesel General Motors Model 16-278A em tandem, gerando 6.000 shp, acoplados a dois eixos.

Eletricidade: ?
Velocidade: máxima de 21 nós.
Raio de ação: ?
Armamento: 3 canhões de 3 pol. (76.2 mm/50) em três reparos singelos Mk 22; 2 canhões Bofors L/60 de 40 mm em um reparo duplo Mk 1; 8 metralhadoras Oerlikon de 20 mm em reparos singelos Mk 4; 1 reparo triplo de tubos de torpedo de 21 pol. (533 mm); 1 lançador de bomba granada A/S (LBG) Mk 10; 2 calhas de cargas de profundidade Mk 3 e 8 projetores laterais do tipo K Mk 6 para cargas de profundidade Mk 6 ou Mk 9 e 2 geradores de fumaça Mk 4.

Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo SA; 1 radar de vigilância de superfície tipo SL; 2 diretoras óticas Mk 51, acopladas ao sistema de direção de tiro Mk 51 e sonar de casco QCS-1.
Código Internacional de Chamada: ?
Tripulação: 216 homens, sendo 15 oficiais e 201 praças.
Obs: Características da época da incorporação na MB.



H i s t ó r i c o

O Contratorpedeiro de Escolta Bocaina - Be 8, ex-USS Marts - DE 174, foi o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil em homenagem a serra, rio e vila do mesmo nome do litoral de São Paulo. O Bocaina foi construído pelo estaleiro Federal Shipbuilding & Drydock Co., em Newark (New Jersey). Foi transferido por empréstimo e incorporado a MB em 20 de março de 1945, na Base Naval de Natal (RN), recebendo o indicativo de casco Be 8. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Corveta Augusto Lopes da Cruz.

D 21 - CT BERTIOGA


D a t a s

Batimento de Quilha: 26 de abril de 1943
Lançamento: 8 de agosto de 1943
Incorporação (USN): 15 de setembro de 1943
Baixa (USN): 1º de agosto de 1944
Incorporação (MB): 1º de agosto de 1944

Baixa (MB): 1964

C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 1.309 ton (padrão), 1.623 ton (carregado).
Dimensões: 93.2 m de comprimento, 11 m de boca e 6.09 m de calado.
Propulsão: diesel-elétrica; 4 motores diesel General Motors Model 16-278A em tandem, gerando 6.000 shp, acoplados a dois eixos.

Eletricidade: ?
Velocidade: máxima de 21 nós.
Raio de ação: ?
Armamento: 3 canhões de 3 pol. (76.2 mm/50) em três reparos singelos Mk 22; 2 canhões Bofors L/60 de 40 mm em um reparo duplo Mk 1; 8 metralhadoras Oerlikon de 20 mm em reparos singelos Mk 4; 1 reparo triplo de tubos de torpedo de 21 pol. (533 mm); 1 lançador de bomba granada A/S (LBG) Mk 10; 2 calhas de cargas de profundidade Mk 3 e 8 projetores laterais do tipo K Mk 6 para cargas de profundidade Mk 6 ou Mk 9 e 2 geradores de fumaça Mk 4.

Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo SA; 1 radar de vigilância de superfície tipo SL; 2 diretoras óticas Mk 51, acopladas ao sistema de direção de tiro Mk 51 e sonar de casco QCS-1.
Código Internacional de Chamada: ?
Tripulação: 216 homens, sendo 15 oficiais e 201 praças.
Obs: Características da época da incorporação na MB.


H i s t ó r i c o

O Contratorpedeiro de Escolta Bertioga - Be 1, ex-USS Pennewill - DE 175, foi o terceiro navio da Marinha do Brasil a ostentar esse nome em homenagem ao Canal de Bertioga que separa a Ilha de Santo Amaro do continente no litoral de São Paulo. O Bertioga foi construído pelo estaleiro Federal Shipbuilding & Drydock Co., em Newark, New Jersey. Foi transferido por empréstimo e incorporado a MB em 1º de agosto de 1944, na Base Naval de Natal (RN), recebendo o indicativo de casco Be 1. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Corveta José Pereira da Cotta Filho.

D 20 - CT BENEVENTE


D a t a s

Batimento de Quilha: 7 de dezembro de 1942
Lançamento: 19 de junho de 1943
Incorporação (USN): 23 de outubro de 1943
Baixa (USN): 19 de dezembro de 1944
Incorporação (MB): 19 de dezembro de 1944

Baixa (MB): 1964

C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 1.309 ton (padrão), 1.623 ton (carregado).
Dimensões: 93.2 m de comprimento, 11 m de boca e 6.09 m de calado.
Propulsão: diesel-elétrica; 4 motores diesel General Motors Model 16-278A em tandem, gerando 6.000 shp, acoplados a dois eixos.

Eletricidade: ?
Velocidade: máxima de 21 nós.
Raio de ação: ?
Armamento: 3 canhões de 3 pol. (76.2 mm/50) em três reparos singelos Mk 22; 2 canhões Bofors L/60 de 40 mm em um reparo duplo Mk 1; 8 metralhadoras Oerlikon de 20 mm em reparos singelos Mk 4; 1 reparo triplo de tubos de torpedo de 21 pol. (533 mm); 1 lançador de bomba granada A/S (LBG) Mk 10; 2 calhas de cargas de profundidade Mk 3 e 8 projetores laterais do tipo K Mk 6 para cargas de profundidade Mk 6 ou Mk 9 e 2 geradores de fumaça Mk 4.

Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo SA; 1 radar de vigilância de superfície tipo SL; 2 diretoras óticas Mk 51, acopladas ao sistema de direção de tiro Mk 51 e sonar de casco QCS-1.
Código Internacional de Chamada: PWBH
Tripulação: 216 homens, sendo 15 oficiais e 201 praças.
Obs: Características da época da incorporação na MB.


H i s t ó r i c o

O Contratorpedeiro de Escolta Benevente - Be 6, ex-USS Christopher - DE 100, foi o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem a um rio do mesmo nome no Estado do Espirito Santo. O Benevente foi construído pelo estaleiro Dravo Corporation, em Wilmington, Delawere. Foi transferido por empréstimo e incorporado a MB em 19 de dezembro de 1944, na Base Naval de Natal (RN), recebendo o indicativo de casco Be 6. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Corveta Jorge Campello Maurício de Abreu.


D 19 - CT BEBERIBE


D a t a s

Batimento de Quilha: 17 de maio de 1943
Lançamento: 5 de setembro de 1943
Incorporação (USN): 6 de outubro de 1943
Baixa (USN): 1º de agosto de 1944
Incorporação (MB): 1º de agosto de 1944

Baixa (MB): 1968

C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 1.309 ton (padrão), 1.623 ton (carregado).
Dimensões: 93.2 m de comprimento, 11 m de boca e 6.09 m de calado.
Propulsão: diesel-elétrica; 4 motores diesel General Motors Model 16-278A em tandem, gerando 6.000 shp, acoplados a dois eixos.

Eletricidade: ?
Velocidade: máxima de 21 nós.
Raio de ação: ?
Armamento: 3 canhões de 3 pol. (76.2 mm/50) em três reparos singelos Mk 22; 2 canhões Bofors L/60 de 40 mm em um reparo duplo Mk 1; 8 metralhadoras Oerlikon de 20 mm em reparos singelos Mk 4; 1 reparo triplo de tubos de torpedo de 21 pol. (533 mm); 1 lançador de bomba granada A/S (LBG) Mk 10; 2 calhas de cargas de profundidade Mk 3 e 8 projetores laterais do tipo K Mk 6 para cargas de profundidade Mk 6 ou Mk 9 e 2 geradores de fumaça Mk 4.

Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo SA; 1 radar de vigilância de superfície tipo SL; 2 diretoras óticas Mk 51, acopladas ao sistema de direção de tiro Mk 51 e sonar de casco QCS-1.
Código Internacional de Chamada: ?
Tripulação: 216 homens, sendo 15 oficiais e 201 praças.
Obs: Características da época da incorporação na MB.

 

H i s t ó r i c o

O Contratorpedeiro de Escolta Beberibe - Be 2, ex-USS Herzog - DE 178, foi o segundo navio da Marinha do Brasil a ostentar esse nome em homenagem a esse Rio de Pernambuco. O Beberibefoi construído pelo estaleiro Federal Shipbuilding & Drydock Co., em Newark, New Jersey. Foi transferido por empréstimo e incorporado a MB em 1º de agosto de 1944, na Base Naval de Natal (RN), recebendo o indicativo de casco Be 2. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Corveta Mário Pinto de Oliveira.

D 18 - CT BAURU


D a t a s

Batimento de Quilha: 17 de maio de 1943
Lançamento: 5 de setembro de 1943
Incorporação (USN): 11 de outubro de 1943
Baixa (USN): 15 de agosto de 1944
Incorporação (MB): 15 de agosto de 1944

Baixa (MB): 17 de setembro de 1981

C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 1.309 ton (padrão), 1.623 ton (carregado).
Dimensões: 93.2 m de comprimento, 11 m de boca e 6.09 m de calado.
Propulsão: diesel-elétrica; 4 motores diesel General Motors Model 16-278A em tandem, gerando 6.000 shp, acoplados a dois eixos.

Eletricidade: ?
Velocidade: máxima de 21 nós.
Raio de ação: ?
Armamento: 3 canhões de 3 pol. (76.2 mm/50) em três reparos singelos Mk 22; 2 canhões Bofors L/60 de 40 mm em um reparo duplo Mk 1; 8 metralhadoras Oerlikon de 20 mm em reparos singelos Mk 4; 1 reparo triplo de tubos de torpedo de 21 pol. (533 mm); 1 lançador de bomba granada A/S (LBG) Mk 10; 2 calhas de cargas de profundidade Mk 3 e 8 projetores laterais do tipo K Mk 6 para cargas de profundidade Mk 6 ou Mk 9 e 2 geradores de fumaça Mk 4.

Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo SA; 1 radar de vigilância de superfície tipo SL; 2 diretoras óticas Mk 51, acopladas ao sistema de direção de tiro Mk 51 e sonar de casco QCS-1.
Código Internacional de Chamada: PXFA
Tripulação: 216 homens, sendo 15 oficiais e 201 praças.
Obs: Características da época da incorporação na MB.



H i s t ó r i c o

O Contratorpedeiro de Escolta Bauru - Be 4, ex-USS McAnn - DE 179, foi o primeiro navio da Marinha do Brasil a ostentar esse nome(1) em homenagem a progressista cidade paulista de Bauru. O Bauru foi construído pelo estaleiro Federal Shipbuilding & Drydock Co., em Newark, New Jersey. Foi transferido por empréstimo e incorporado a MB em 15 de agosto de 1944, na Base Naval de Natal (RN), pelo Aviso n.º 1326 do MM, recebendo o indicativo de casco Be 3. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Corveta Sylvio Borges de Souza Motta.

D 17 - CT BAEPENDI


D a t a s

Batimento de Quilha: 14 de novembro de 1942
Lançamento: 25 de maio de 1943
Incorporação (USN): 26 de setembro de 1943
Baixa (USN): 19 de dezembro de 1944
Incorporação (MB): 19 de dezembro de 1944

Baixa (MB): 1973

C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 1.309 ton (padrão), 1.623 ton (carregado).
Dimensões: 93.2 m de comprimento, 11 m de boca e 6.09 m de calado.
Propulsão: diesel-elétrica; 4 motores diesel General Motors Model 16-278A em tandem, gerando 6.000 shp, acoplados a dois eixos.

Eletricidade: ?
Velocidade: máxima de 21 nós.
Raio de ação: ?
Armamento: 3 canhões de 3 pol. (76.2 mm/50) em três reparos singelos Mk 22; 2 canhões Bofors L/60 de 40 mm em um reparo duplo Mk 1; 8 metralhadoras Oerlikon de 20 mm em reparos singelos Mk 4; 1 reparo triplo de tubos de torpedo de 21 pol. (533 mm); 1 lançador de bomba granada A/S (LBG) Mk 10; 2 calhas de cargas de profundidade Mk 3 e 8 projetores laterais do tipo K Mk 6 para cargas de profundidade Mk 6 ou Mk 9 e 2 geradores de fumaça Mk 4.

Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo SA; 1 radar de vigilância de superfície tipo SL; 2 diretoras óticas Mk 51, acopladas ao sistema de direção de tiro Mk 51 e sonar de casco QCS-1.
Código Internacional de Chamada: PWND
Tripulação: 216 homens, sendo 15 oficiais e 201 praças.
Obs: Características da época da incorporação na MB.



H i s t ó r i c o

O Contratorpedeiro de Escolta Baependi - Be 5, ex-USS Cannon - DE 99, foi o primeiro navio da Marinha do Brasil a ostentar esse em homenagem a essa cidade de Minas Gerais. O Baependi foi construído pelo estaleiro Dravo Corporation, em Wilmington, Delawere. Foi transferido por empréstimo e incorporado a MB em 19 de dezembro de 1944, na Base Naval de Natal (RN), recebendo o indicativo de casco Be 5. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Corveta Raimundo da Costa

D 16 - CT BABITONGA


D a t a s

Batimento de Quilha: 2 de janeiro de 1943
Lançamento: 8 de julho de 1943
Incorporação (USN): 12 de novembro de 1943
Baixa (USN): 10 de março de 1945
Incorporação (MB): 10 de março de 1945

Baixa (MB): 1964

C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 1.309 ton (padrão), 1.623 ton (carregado).
Dimensões: 93,2 m de comprimento, 11 m de boca e 6,09 m de calado.
Propulsão: diesel-elétrica; 4 motores diesel General Motors Model 16-278A em tandem, gerando 6.000 shp, acoplados a dois eixos.

Eletricidade: ?
Velocidade: máxima de 21 nós.
Raio de ação: ?
Armamento: 3 canhões de 3 pol. (76.2 mm/50) em três reparos singelos Mk 22; 2 canhões Bofors L/60 de 40 mm em um reparo duplo Mk 1; 8 metralhadoras Oerlikon de 20 mm em reparos singelos Mk 4; 1 reparo triplo de tubos de torpedo de 21 pol. (533 mm); 1 lançador de bomba granada A/S (LBG) Mk 10; 2 calhas de cargas de profundidade Mk 3 e 8 projetores laterais do tipo K Mk 6 para cargas de profundidade Mk 6 ou Mk 9 e 2 geradores de fumaça Mk 4.

Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo SA; 1 radar de vigilância de superfície tipo SL; 2 diretoras óticas Mk 51, acopladas ao sistema de direção de tiro Mk 51 e sonar de casco QCS-1.
Código Internacional de Chamada: PWIG
Tripulação: 216 homens, sendo 15 oficiais e 201 praças.
Obs: Características da época da incorporação na MB.



H i s t ó r i c o

O Contratorpedeiro de Escolta Babitonga - Be 7, ex-USS Alger - DE 101, foi o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil (1). O Babitonga foi construído pelo estaleiro Dravo Corporation, em Wilmington, Delawere. Foi transferido por empréstimo e incorporado a MB em 10 de março de 1945, na Base Naval de Natal (RN), recebendo o indicativo de casco Be 7. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Corveta Daniel dos Santos Parreira.

A 140 - PHM - ATLÂNTICO - EX HMS OCEAN

O HMS  Ocean  , AGORA A 140 - ATLÂNTICO,   é um navio relativamente novo. Construído em Clyde pelo estaleiro Kvaerner Govan, foi equ...